O amor conquista tudo. Esta frase ainda é forte para mim.
Estou aprendendo aos poucos a colocá-la em prática.
Mas o fato é que nesses últimos tempos tenho sentido algumas
coisas tão diferentes – e tão simples! - que acredito que seja a ação do amor
em mim. Não por alguém ou alguma coisa, mas algo que flui natura. E também se torna por
alguém, por todos, por tudo...
Então estou aqui tentando juntar o que sei de teoria e
prática sobre o assunto...
Joshua David Stone, um psicólogo da alma falecido em 2005,
explicou algumas coisas muito bacanas sobre o amor. Sobre o princípio divino do
amor. Ele disse que o amor é a energia primordial da vida, do universo. É dele
que emana todo o movimento. Portanto, quanto mais amor, mais movimento se tem.
Então o amor é realmente algo muito simples e que permeia toda a vida. Ele está
em tudo!
O amor nos permite a enxergar toda e qualquer circunstância
com beleza e alegria. Com isso, perdemos as referências de bem e mal, certo e errado,
porque tudo se torna experiência. Tudo se torna sagrado. Por isso que o amor é
bom: nós passamos a olhar tudo à nossa volta com bondade...
Ele também explicou sobre o amor nos 4 corpos inferiores, pois é quando o amor chega nos
níveis mais distantes da fonte é que conseguimos ascensionar.
· -> O amor no plano espiritual é o que experimentamos quando
nos conectamos com nossas almas, pois elas já são puro amor.
· -> O amor no plano mental é aquele quando acreditamos no
amor e colocamo-lo como meta de nossa vida.
· -> O amor no plano emocional é aquele quando colocamos em
prática o ensinamento de Jesus que diz “amai-vos uns ao outros como a si
mesmo”. Portanto, só podemos amar alguém depois que conseguimos amar a nós
mesmos verdadeiramente. E quando isso é conseguido, passamos a ver a todos os seres
como mestres verdadeiramente dignos do amor mais profundo.
· -> O amor no plano físico se manifesta através do serviço,
pois é através do trabalho que conseguimos a compartilhar o amor que existe em
nós.
O amor nestes 4 níveis inferiores cura todas as fendas da
nossa personalidade e passamos a ser um reflexo de Deus/Deusa aqui na Terra.
Esta teoria é linda, mas lindo mesmo, é quando a experimentamos
na prática.
Quando descobrimos a divindade dentro de nós.
Quando pensamos que o amor é real.
Quando passamos a sentir tanto amor por nós mesmos que
podemos reconhecer e sentir amor por tantas outras pessoas.
Quando tudo o que fazemos se torna uma extensão do amor.
Não há gesto, intenção, vontade, ação que não seja feito com
o coração cheio de aconchego e calor.
Ainda não vivo 24h de todos os meus dias neste estado de
graça. Mas à medida que identifico estes momentos, aprendo a relaxar neles, reconhecê-los e permanecer neles.
Aos poucos eles vão se estendendo por mais tempo,
encontrando facilidades em certos momentos e resistência em outros... Então
começamos a perceber que quando ele não flui é porque tem algum obstáculo
impedindo. É algum comportamento, alguma atitude, algum sentimento, algum
pensamento que nos tira desse movimento contínuo e nos torna mais frios.
Neste momento, basta
parar, respirar fundo, aquietar e retomar o caminho do amor.
PS: para quem quiser conhecer mais sobre a obra de Joshua
David Stone, sugiro que leia “Psicologia da alma”

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